prestar contas

Sei que um dia tudo se tornará claro. A morte de Ialé e a amargura errante da minha vida serão ambas chamadas a prestar contas, e estou certa de que não me insurgirei, apesar de tudo o que sofri. Tenho apenas uma acusação, mais ressentida do que qualquer outra: que gente estranha e indiferente pudesse agarrar-me pelo braço e fazer-me mal...


Annemarie Schwarzenbach, Morte na Pérsia